CRF/SE ALERTA PARA DÉFICIT NA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA MUNICIPAL EM SERGIPE E BUSCA REGULARIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DURANTE ASSEMBLEIA DO COSEMS
O PRESIDENTE DA AUTARQUIA, DR. DANIEL ANDRADE, REVELOU QUE 35 MUNICÍPIOS SERGIPANOS AINDA NÃO POSSUEM ESTABELECIMENTOS FARMACÊUTICOS PÚBLICOS CADASTRADOS E DEFENDEU A CONTRATAÇÃO DE NOVOS PROFISSIONAIS PARA OCUPAR ESSES ESTABELECIMENTOS.

CRF/SE ALERTA PARA DÉFICIT NA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA MUNICIPAL EM SERGIPE E BUSCA REGULARIZAÇÃO DA SITUAÇÃO DURANTE ASSEMBLEIA DO COSEMS

Na última terça-feira, 03 de março, o presidente do Conselho Regional de Farmácia de Sergipe (CRF/SE), Dr. Daniel Andrade, apresentou um panorama detalhado sobre a situação das farmácias públicas no estado. A explanação ocorreu durante a 203ª Assembleia Geral Ordinária do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Sergipe (COSEMS-SE), realizada na Secretaria de Estado da Saúde, localizada no bairro Ponto Novo, em Aracaju.

O encontro proporcionou um espaço fundamental para fomentar o diálogo direto com os gestores municipais sobre a conformidade legal das farmácias públicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo principal da pauta foi traçar estratégias para melhorar a Assistência Farmacêutica oferecida à população sergipana e, simultaneamente, gerar novas vagas de emprego para a categoria.

Durante sua fala após a reunião, o Dr. Daniel Andrade destacou a disparidade existente entre as cidades sergipanas. Embora alguns municípios já apresentem uma assistência farmacêutica favorável — com estabelecimentos devidamente cadastrados e um bom quantitativo de profissionais —, o estado ainda enfrenta, como um todo, um quadro preocupante em diversas regiões. "Nós fizemos o levantamento e ainda temos 35 municípios que não têm nenhum estabelecimento cadastrado. É essa a realidade que a gente precisa trabalhar para mudar", alertou o presidente.

Para reverter esse cenário, o CRF/SE solicitou aos gestores atenção à situação, destacando a importância da realização não apenas do registro formal dos estabelecimentos de saúde, mas também da anotação do farmacêutico responsável técnico com os horários declarados. O Conselho reforçou também que a presença do profissional  farmacêutico é indispensável para a saúde pública, garantindo o uso racional e seguro de medicamentos pela população que depende do SUS. "Nós temos profissionais capacitados para ocupar esses postos, e o CRF/SE está em pleno trabalho para reverter essa situação", concluiu o presidente, sinalizando que a entidade continuará monitorando e solicitando as adequações necessárias junto às prefeituras.

04/03/2026 18:10
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