EX-PRESIDENTE E EX-CONSELHEIRA FEDERAL VISITAM O CRF/SE


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O presidente do Conselho Regional de Farmácia de Sergipe (CRF/SE), Marcos Rios, recebeu a ex-conselheira federal Maria da Aparecida Vianna e o ex-presidente do CRF/SE Roberto Wolfenson para uma visita de cortesia. 

Aparecida e Roberto foram os responsáveis pela transferência da sede do Conselho da Rua João Pessoa para a Avenida Beira Mar, onde está localizada hoje. Em 2001, puderam concretizar uma grande conquista para o estado, e apesar dos percalços se sentem orgulhosos.

O trabalho conjunto entre o Regional e o Federal elevou o CRF/SE a lugares exemplares. A trajetória dos dois foi reconhecida até pelo Conselho de Farmácia da Argentina, em Buenos Aires. 

Maria da Aparecida Vianna além de ter sido Conselheira Federal de Sergipe por 12 anos, entre 1995 a 2006, também foi presidente do CRF/SE por 3 anos, de 1992 a 1994. “Colocamos a farmácia na farmácia! Era como um mercado, antes vendiam até sorvete”, conta. 

Roberto Wolfenson foi presidente do CRF/SE por quatro anos, entre 1999 a 2002. Ao recordar dos feitos durante sua gestão revela que seu legado e pioneirismo se deu na defesa da presença do profissional no ambiente de trabalho. “Só tinha farmácia se tivesse farmacêutico”, afirma.

Os ex-gestores destacaram, sobretudo, a necessidade da valorização dos serviços farmacêuticos. Dentre as realizações durante a administração dos dois, estão cursos para os profissionais, a luta pelo farmacêutico na farmácia, assim como o início do profissional no horário integral. Implementaram o primeiro Termo de Ajuste de Conduta (TAC), e fizeram um concurso para fiscal. 

“O farmacêutico é o responsável pelo medicamento dentro das farmácias, ele não é qualquer um. Deve ser um profissional capaz de atender a demanda de todos”, explica Aparecida ao destacar a importância da participação do farmacêutico nos estabelecimentos.

Para o presidente do CRF/SE "é preciso resgatar as histórias para entender o momento. Cada um dos seus representantes contribuíram para a história da nossa profissão no Estado, e somos muito gratos. Temos que viver o presente e pensar no futuro, sem destruir o passado. Estamos tentando resgatar o que ficou esquecido, na memória recente", aponta Marcos Rios, ao concluir que a casa do farmacêutico precisa saber ser grata aos seus gestores e colaboradores.