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16.07.2018

SBRAFH E CRF/SE LOTAM AUDITÓRIO NOVAMENTE DURANTE A VII OFICINA DE FARMÁCIA HOSPITALAR



 

Aconteceu na tarde desta sexta-feira, 13 de julho, a VII Oficina de Farmácia Hospitalar, evento promovido pela Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde Regional de Sergipe (SBRAFH – SE) em parceria com o Conselho Regional de Farmácia de Sergipe (CRF/SE). A atividade, que foi realizada no Auditório do CRF/SE, durou o dia inteiro e contou com a presença das farmacêuticas Michelle Silva Nunes e Geovanna Cunha Cardoso como palestrantes.

 

Os temas abordados durante a oficina foram diversos, entre eles: “Metodologias de avaliação e plano de cuidado farmacêutico do paciente crítico”, “Seguimento farmacoterapêutico em UTI: como eu faço?”, “Interações e incompatibilidades em UTI: ferramentas e condutas” e “Ajustes de dose em paciente crítico”. Além disso, houve um espaço na programação reservado para a discussão de casos clínicos.

 

Segundo o Diretor Tesoureiro do CRF/SE, Fábio Ramalho, o feedback dos participantes do curso foi bastante positivo. “Todos com quem conversei disseram que o evento estava muito bom e que trouxe informações importantes para os profissionais da área”, conta Fábio, que também é o presidente da SBRAFH-SE. Ele acrescenta ainda que a educação permanente é um dos objetivos da gestão do CRF/SE e o compromisso da realização de pelo menos um evento por mês está sendo alcançado. “É isso que o Conselho quer: trazer novos conhecimentos e aprimorar a nossa prática enquanto farmacêuticos, para que possamos prestar um serviço cada vez melhor à população”, ressalta.

 

Já Naiane Dantas Santos Fonseca, vice-presidente da SBRAFH-SE, explica como se deu a parceria entre a instituição e o CRF/SE. “A parceria surgiu porque precisamos, juntos, cada vez mais incentivar a busca por conhecimento na área da farmácia clínica e hospitalar dentro do estado de Sergipe e, para tanto, temos atuado nesse objetivo”, ressalta. “Nesse sentido, o curso foi maravilhoso e nos traz uma oportunidade única de interagir e conhecer o trabalho de outros profissionais farmacêuticos”, conclui.

 

“A farmácia clínica não tem receita de bolo”

Uma das palestrantes que esteve presente durante a oficina foi a farmacêutica Michelle Silva Nunes, que veio do Rio Grande do Norte para participar do evento. Michelle dividiu a sua fala com a farmacêutica sergipana Geovanna Cunha Cardoso e juntas elas puderam trazer um conteúdo interessante e diferenciado para os participantes da oficina. Assim, elas concordam ao afirmar que o dia foi bastante proveitoso para todos os presentes.

“A participação do pessoal foi um dos maiores pontos positivos. Estão todos contribuindo, interagindo, tirando dúvidas e, ao que me parece, absorvendo o conteúdo”, destaca Michelle. “Estão trazendo também as suas próprias experiências, porque a farmácia clínica não tem receita de bolo, [...] é uma ciência subjetiva construída a partir de bastante discussão”, completa.

 

Já Geovanna afirma: “Eu estou gostando muito do evento, é um momento importante para trocar experiências práticas, pois sinto bastante falta disso na nossa profissão. Assim, receber um colega que tem essa experiência próxima com o paciente crítico é bem interessante”.

 

Novas realidades profissionais

Amanda Bezerra é recém-formada em Farmácia e estava presente durante a oficina que, segundo ela, foi um sucesso. Enquanto profissional que saiu há pouco tempo da Universidade, ela conta: “esse curso nos serviu para mostrar novas realidades profissionais da farmácia clínica, tanto no setor público quanto no setor privado”. Amanda afirma ainda: “ouvir esses relatos também é necessário para mostrar a importância do profissional farmacêutico nas equipes multidisciplinares de saúde”.

 

Tamara Mendonça também participou do curso e concorda com a opinião trazida por Amanda, ao afirmar que o ele foi uma oportunidade de aperfeiçoamento. Tamara é mestre em Biotecnologia Industrial e também estudante de Farmácia e, segundo ela, “quando a gente aprende na universidade, os conhecimentos às vezes acabam ficando restritos e não são tão amplos. Portanto, esses cursos que estão sendo sempre realizados são importantes para sair um pouco desse âmbito apenas acadêmico e conhecer a atuação profissional de outros farmacêuticos”.

 







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